
Nas ondas perfeitas de Mundaka, no País Basco, americano Kelly Slater conquista o nono título mundial, por antecipação, e se consagra como o melhor surfista de todos os tempos.
Os psiquiatras dizem que: "...uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental..." . Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, o retardado é você!!
“Casamento é igual a uma piscina gelada. O primeiro idiota que pula fica fingindo que a água tá boa”.







De acordo com o periódico norte-americano NY Post, o nadador já começa com um super café-da-manhã: são três sanduíches com ovo frito, queijo, alface, tomate, cebolas fritas e maionese. Em seguida, ele toma duas xícaras de café e come um omelete feito com 5 ovos, uma tigela de cereal, três fatias de torrada com açúcar e três panquecas de chocolate. No almoço, Phelps começa com meio quilo de massas e dois sanduíches grandes de presunto, queijo e maionese. A refeição é encerrada com quase mil calorias consumidas em bebidas energéticas. Phelps treina 6 dias por semana, 5 horas por dia. Por esse motivo, os carboidratos, ricos em energia, são o foco do jantar. Nessa refeição, ele acaba com meio quilo de massas e uma pizza inteira.



Acabo de ver o segundo Batman de Christopher Nolan e Christian Bale, ‘The Dark Knight’, o Cavaleiro das Trevas. Amei. não era muito fã dos filmes que consagraram Nolan e o transformaram num autor cult – ‘Amnésia’ e ‘Insônia’, mas acho que num certo sentido eles o preparavam para ‘O Cavaleiro das Trevas’. ‘Amnésia’ contava sua história de trás para a frente, ‘Insônia’ subvertia o aspecto sombrio do filme noir com seu relato desenrolado no gelo (e no sol da meia-noite). Dois filmes em que a idéia – o conceito – da ‘inversão’ é total. Toda a arquitetura do novo Batman converge para a cena do discurso do Coringa, quando ele, de cabeça para baixo, faz a sua celebração do caos social. Não vou tirar a graça de ninguém, mas a forma como Nolan resolve a cena – como a filma – dá um significado todo especial, e inverte a própria inversão, contida naquelas palavras. É um filme essencialmente político, sobre a ética, a democracia. Uma tragédia sobre a renúncia e a perda, e o que se ganha com elas, além de danação eterna. Desculpem fazer este texto meio cifrado, mas vocês vão entender dia 18, quando o filme, finalmente, estrear. Sei que muita gente adora o Tim Burton – e eu próprio gosto de alguns filmes dele, ‘Edward Mãos de Tesoura’, ‘Ed Wood’ e o melhor de todos, ‘Sweeney Todd’. Mas os Batmans de Tim Burton, tirando o visual, não tinham muita coisa a oferecer, um pouco pela falta de carisma – e pathos – do ator Michael Keaton. Com Christian Bale, a coisa fica diferente e, embora todo mundo vá dizer que o Coringa de Heath Ledger seja a verdadeira alma de ‘The Dark Knight’, quero dizer que discordo, por antecipação. Foi o último papel de Ledger, ele morreu nas circunstâncias que todo mundo já sabe, o que torna essa derradeira aparição uma coisa emblemática. E ele é mesmo muito bom, expressando a insanidade do Coringa como tragédia – numa linha diferente da de Jack Nicholson, no primeiro Batman de Tim Burton, mas ambas se sustentam nos quadrinhos. Só que, por melhor que ele seja, o dark knight é Batman e Christian Bale, como sempre, é maravilhoso, carregando a intensidade do filme. Sei que muitos de vocês não gostam do Christian Bale, mas eu o acho um p... ator. Para concluir essa primeira, e rápida, abordagem do filme ao qual voltaremos – com certeza –, quero dizer que é possível se divertir com outros super-heróis, com o ‘Iron Man’, por exemplo, que eu acho que ainda detém o recorde acumulado do ano, mas como tragédia, como cinema, não têm como o Homem-Aranha de Sam Raimi nem o Batman de Christopher Nolan.