
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Acharam a testemunha do atropelamento do cão da Suzana vieira!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007
O Homem do Pânico


Emílio Surita, apresentador do programa pânico sempre quis parecer um anarquista. Mas um anarquista com princípios éticos. Sempre gostou de apontar o furo do outro, seja pela sátira, seja pelo humor, algumas vezes passou dos limites e o que era para ser humor virou falta de educação. Emílio disse que está ficando velho e precisa começar a pensar no seu futuro. O âncora da turma do Pânico na TV, Emílio Surita, diz que não pretende ficar a vida toda atuando no humorístico. Por isso, já está pensando no futuro. E uma alternativa encontrada foi tornar-se executivo, adquirindo um canal de televisão, em Boa Vista (Roraima). Trata-se da TV Imperial, canal 6, que vem a ser afiliada da Record. Fazer um investimento em Roraima? Mas não é muito longe de São Paulo? Emílio Surita, é surpreendente, pois, é cunhado de Romero Jucá (PMDB-RR), sua irmã, Tereza, é casada com o senador, líder do governo no Senado. Até aí, vá lá, ninguém pode responder pelos cunhados que tem. Mas Surita parece perigosamente próximo do seu. Marcelo Carneiro conta uma história e tanto na revista Veja. O médico Juan Sragowicz, dono de mais de 90% das ações da TV Imperial e da Rádio Equatorial, de Roraima, mora nos EUA e lavrou, no Consulado do Brasil em Miami, uma procuração dando poderes a Surita para "vender, comprar, fazer cessão" ou até mesmo "doar" todas as cotas de suas empresas. Só se viu coisa igual na novela Duas Caras. Surita fez o quê? Repassou o controle das emissoras para o advogado Alexandre Matias Morris. E quem é Morris? Ex-assessor de Jucá e administrador da TV Caburaí, que todo mundo diz pertencer a... Jucá!!! Surita diz que só está nessa história porque tinha interesse em comprar as emissoras, mas desistiu. Só não explica por que continua titular da procuração e por que pode, se quiser, até mesmo "doar" o patrimônio do outro. Foi a piada menos engraçada que ele já contou.
sábado, 27 de outubro de 2007
A mulher de César não precisa ser só honesta......

Padre Júlio R. Lancellotti nasceu em 1948, é sacerdote católico, formado em pedagogia e teologia, foi professor primário, professor universitário, membro da Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo desde seu início e também fundador da “Casa Vida”, residência de crianças abandonadas, de ambos os sexos, com HIV/AIDS. Seu trabalho se destaca junto às comunidades eclesiais de base, nas quais se atendem crianças e adolescentes empobrecidos de favelas, cortiços e da periferia da cidade. A Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo foi o primeiro grupo, na cidade de São Paulo, a ter equipe de “educadores de rua”, que buscam desenvolver uma pedagogia de resgate da dignidade das crianças e adolescentes em situação de risco. Trabalha também no acompanhamento de adolescentes, meninos/meninas, de 14 a 18 anos, que cometeram atos-infracionais. Todas as iniciativas do padre Lancellotti fazem parte de um projeto de vida pessoal e social que acredita na pessoa humana, acima de tudo, com imagem e semelhança de Deus, e como cidadãos que devem ter seus direitos respeitados, assumindo assim seus deveres para com a coletividade. A pergunta é: um currículo invejável deste pode ser jogado fora se acusações contra este se confirmar? Primeiro vítima de extorsão. Agora, paira sobre o padre acusações de molestar sexualmente as crianças que este ajudava. Júlio Lancellotti vai descobrir que a mulher César não basta ser honesta mas, ela tem que parecer honesta. Se esta acusações se confirmarem, eu volto a escrever sobre o que pode explicar este comportamento do padre. A perversão.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Causa e Efeito

quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Diogo Mainardi

sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Mensagem subliminar

Comentário em áudio para Cegos e preguiçosos:
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Elisa Lucinda

SÓ DE SACANAGEM!
Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas tera ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar,
Malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro,
Do meu dinheiro, do nosso dinheiro
Que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós,
Para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais,
Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade
E eu não posso mais.
Quantas vezes vezes meu amigo meu rapaz minha confiança vai ser posta a prova, quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis
Existem para aperfeiçoar o aprendiz,
Mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros
Venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração tá no escuro,
A luz é simples,
Regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó
E os justos que os precederam:
"Não roubarás",
"Devolva o lápis do coleguinha",
"Esse apontador não é seu, minha filha".
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar
Até habeascorpus-preventivo coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre qual minha pobre lógica ainda insisti esse é o tipo de beneficio que só o culpado interessara.
Pois bem, se mexeram comigo,
Com a velha e fiel fé do meu povo sofrido,
Então agora eu vou sacanear:
Mais honesta ainda eu vou ficar.
Só de sacanagem!
Dirão:
“Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba”
E eu vou dizer:
Não importa, será esse o meu carnaval,
Vou confiar mais e outra vez.
Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos,
Vamos pagar limpo a quem a gente deve
E receber limpo do nosso freguês.
Com o tempo a gente consegue ser livre,
Ético e o escambau.
Dirão:
"É inútil, todo o mundo aqui é corrupto,
Desde o primeiro homem que veio de Portugal”.
Eu direi:
Não admito, minha esperança é imortal.
Eu repito, ouviram?
IMORTAL!
Sei que não dá para mudar o começo
Mas, se a gente quiser,
Vai dar para mudar o final!