domingo, 24 de abril de 2011

O amor ainda é...


Assistir ao filme: amor nas alturas. O filme trata da solidão, da forma impessoal como se vive nos dias de hoje, aonde o particular prevalece sobre o todo. Viver assim, como é mostrado no filme num primeiro momento parece ser as respostas para tudo na vida. Acreditar que a felicidade está no ter não ser. Acreditar nisto nos leva a solidão, tristeza, depressão, egoísmo, estresse e que para sair disto eu tenho que continuar me enganando, ou seja, tudo será novamente curado com outro paleativo: os maravilhosos antidepressivos. O lema do mundo hoje é postergar e não resolver. O que fazer para resolver então, é só seguir dois ensinamentos de dois filósofos contemporâneos dos dias de hoje. Primeiro Vitor Belfort, quando diz que ele está aqui no mundo viver e não para curtir e que para fazer isto ele tem que treinar, treinar todos os dias ser humano, aceitar esta condição e não ter medo de viver e não ter medo errar ou ter medo. O segundo é Jack Jonhson que em uma de suas canção diz: "O amor ainda é a resposta para maioria das minha perguntas..."

O lado cego


Adoro filme que trate do tema: redenção. Um sonho possível é um destes filmes, que quando um ser humano acredita em outro ser humano é possivel transformá-lo e não apenas mudá-lo. Pai é quem cria e não quem pare, mas para que isto aconteça eu tenho que desejar sê-lo e acreditar piamente nisto, assim o ambiente vai prevalecer sobre a genética. O que nos determina é o ambiente e não a genética (estou falando de comportamento). Mas voltando ao filme é bacana ver que, quando o ser humano quer, ele consegue muito, seja para si seja pelo outro ou pelo mundo em que vive. Por isto se tem um coisa que ainda acredito muito é no ser humano, muito mais do que em qualquer outra coisa.

Bacana o mundo de hoje!


No mundo de hoje tudo é medido, quantificado e julgado e depois é pedido para que se vote pela internet, sms ou telefone. Vide a quantidade de programas que exite hoje na tv, principalmente na tv a cabo, tem programa de decoração, música, modelo, big brother, tatuagem, tesoura, família. Ao contrário do que parece, ao invés de instigar sua audiência ela só mais emburrece os seus seguidores. Tudo pela cultura da preguiça, que parece que se instalou no mundo de hoje, ninguém quer mais se arriscar, todo mundo só quer curtir e deixar que alguém, um esperto que com certeza vai ganha muito dinheiro, pense pela gente. Bacana o mundo de hoje!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Frase.

O amor, ainda é a resposta para maioria das minhas perguntas.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

De volta

Depois de um longo e tenebroso inverno estou de volta!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Parece mentira mas não é

Um gato de estimação fez parte, durante cinco meses, da lista de beneficiários do Bolsa Família em Antônio João (300 km de Campo Grande), um dos municípios mais pobres de Mato Grosso do Sul.

O animal, chamado Billy, foi inscrito com nome, sobrenome e data de nascimento por seu dono, Eurico Siqueira da Rosa, coordenador local do programa do governo. Billy tinha número de identificação social, cartão magnético e vinha recebendo R$ 20 mensais do governo federal como complementação de renda.
A fraude foi descoberta durante a visita de um agente de saúde à casa do suposto beneficiário, em novembro passado. Recebido pela esposa do coordenador, o agente quis saber por qual motivo a criança Billy Flores da Rosa não havia sido levada para fazer a medição e a pesagem, exigidas para os cadastrados no programa. A mulher estranhou a pergunta: "Mas o único Billy aqui é o meu gatinho". O agente relatou o diálogo à prefeitura, que abriu sindicância.


Fonte: Jornal de Uberaba

Musa do Dia